Bruxinha da Lua

Bruxinha da Lua







Nome: meialua
Idade: 28
Nascida a: 31.10.1978 (Halloween)


Reiki Nível I e I Shamballa Reiki



Fascina-me: O Oculto, o Mistério, O Místico, a Lua, o Mar, o Egipto, a Grécia
Gosto: Da noite, do Sol, do Mar, da Praia, de conversar, de ler,de poesia,dos amigos verdadeiros, do amor, da sinceridade, da lealdade, da sensibilidade, de rir, chorar... Adoro VIVER!!
Detesto: Hipocrisia, mentiras, falsidade, que me tentem passar a perna, amigos interesseiros,...
Sou: Sincera, divertida, sensível, teimosa, impulsiva, boa amiga, sonhadora, imprevísivel...
Livro: Brida
Filmes: The Crow e O Poder dos Sentidos


Signo De:



Breve descriçao:
Criei este blog para simplesmente apontar curiosidades místicas, coisas que me intrigam e fascinam e me seduzem com muita curiosidade. Por mais que uma vez me disseram que tenho um Dom. E eu vou -o descobrindo (ou nao) aos poucos.

Não, nao sigo Wicca, como muitos já me perguntaram. Há quem diga que sou uma bruxa nata que caminha por ela mesma. Há coisas em que acredito, outras talvez...

Como nasci no dia de Halloween tudo para mim tem uma explicaçao, porque nesta vida, não há coincidências... Por outras vezes escreverei apenas o que me vier ao pensamento, ou não..


Som Lunar:

Blackmore's Night - Castles amd Dreams



Solitaire with a song in her heart
But what a sad song to sing
Turned her back on all that she knew
In the hopes of a golden ring...
And the rains come down
And the stars fell from the sky
Oh, how dark the night...
It always seems those Castles and Dreams
Fade with the morning light...
Such a sad story
That time loves to tell
Copper coins shine for the sun
From the floor of the wishing well
So the jewel of jeopardy
Shines with each dangerous step
So unsure of what we've become
What we have and what we have left...





Óraculos:








Os 4 elementos









Os meus selos:

Visitem a Bruxinha da Lua


O meu outro Selo ganho no
Concurso Blog Lunar (2º Lugar)

"

Se quiseres levar algum dos meus Selos, tira o Código Aqui



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O meu Blog com a MoonPriestess:

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(Hiatus)

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Fases da Lua


moon phases
 

Para ser grande, sê inteiro: nada Teu exagera ou exclui. Sê todo em cada coisa. Põe quanto és No mínimo que fazes. Assim em cada lago a lua toda Brilha, porque alta vive.

(Ricardo Reis-Fernando Pessoa)


Calendário:


Coisinhas Místicas:




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"Se é o Sonho que nos guia, a nossa vida nunca será pobre. Porque haverá sempre um pretexto para ir mais longe."





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Aroma de Mulher

















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Sunday, June 21, 2009
Sim, voltei!!

Passado pouco mais de um ano e a pedido de muitas famílias...Voltei!!

Tanto este blog, como o outro continurão aqui como memórias que nunca esquecerei e sempre recordarei! E agora podem encontrar-me no Fragmentos da Lua II.

Aqui:

http://fragmentosdalua2-meialua.blogspot.com/

 

Encontramo-nos lá!! :)


Posted at Sunday, June 21, 2009 by meialua
Deixa o teu Raio  


Friday, June 22, 2007
Solstício de Verão e Até breve!


Olá amigos!
Pois é tenho andado ausente deste blog,rss
Mas quem também visita o meu o outro;
sabe que tenho tido uns problemas com
a Internet e o tempo não tem sido muito...
Devido a essas razões e também ao
facto de que o meu casamento;
como alguns de voces sabem
está quase aí, rsss Big Smile
este blog vai entrar em Hiatus por um tempito.
Ora tendo sido ontem o Solstício de Verão;
não poderia deixar de aqui vir
(ainda que só hoje)
deixar umas infromaçoezitas
sobre o Solstício,
dizer até breve,
dizer que tenho saudadades,
pedir para que torçam por mim para que tudo corra bem, hehe
E deixar uma Lua Cheia de Beijos Repletos de Magia**
 
 
 

Primeiro dia do verão (Solstício do Verão).
21 De Junho

O Solstício do Verão (ou Meio do Verão, Alban Hefin ou Litha), também conhecido como Dia de São João, na Europa, marca do dia mais longo do ano, quando o Sol está no seu zênite.
Para os Bruxos e os Pagãos, esse dia sagrado simboliza o poder do sol,
que marca um importante ponto decisivo da Grande Roda Solar do Ano.

Em certas tradições wiccanas, o Solstício do Verão simboliza o término do reinado do ano crescente do Deus Carvalho,
que é, então, substituído pelo seu sucessor, o Deus Azevinho do ano decrescente.
(O Deus Azevinho reinará até o Sabbat do Inverno do Natal,
o dia mais curto do ano.)

O Solstício do Verão é uma época tradicional, em que os Bruxos colhem as ervas mágicas para encantamentos e poções,
pois acredita-se que o poder inato das ervas é mais forte nesse dia. 
É o momento ideal para as divinações, os rituais de cura e o corte de varinhas divinas e dos bastões.
Todas as formas de magia (especialmente as do amor) são também extremamente potentes na véspera do Solstício do Verão,
e acredita-se que aquilo que for sonhado nessa noite
se tornará verdade para quem sonhar.
 
ATÉ BREVE... Wink

Posted at Friday, June 22, 2007 by meialua
Raios de Lua(11)  


Monday, April 16, 2007
Eco e Calisto

Olá amiguitos!!!
Tudo "fantabulástico"? Big Smile
Esperemos que sim. Smile
E este sol e calorzinho que parecem ter chegado ajuda, não é? Wink
Bem, eu estou sem muito tempo pois ando um pouco ocupada.
E porque para a outra semana vou ter uns dias de férias, só devo voltar ao blog em Maio.
Até lá conto com voces para irem tomando conta aqui deste mundinho lunar.
Sendo assim e como o prometido é devido, hoje deixo a história de Eco e também a história de Calisto.

Beijos mágicos com muito carinho e façam o favor de ser Felizes!!*****

Eco (em grego Ηχώ) era uma bela ninfa da Mitologia grega. Eco amava os bosques e os montes onde muito se distraía. Era querida por Diana a quem acompanhava em suas caçadas. Tinha, no entanto, um defeito: falava demais e sempre queria dar a última palavra em qualquer conversa ou discussão. Em certa ocasião, a deusa Hera desconfiou, com razão, que seu marido Zeus se divertia com as ninfas. Enquanto as ninfas se escondiam de Hera, Eco tentou distraí-la com uma conversa e, no entanto, foi castigada: só seria capaz de falar repetindo o que os outros dissessem.

Mitos:

Eco era uma das Oréades, as ninfas das montanhas, e adorava sua própria voz. Como Zeus adorava estar entre as belas ninfas, visitava-as com grande freqüência. Suspeitando dessas ausências do esposo, Hera veio à terra a fim de flagrá-lo com suas amantes.

Eco intentou salvar suas amigas, falando com Hera ininterruptamente, de forma a possibilitar que o deus e as ninfas escapassem. Finalmente a deusa conseguiu livrar-se dela e, chegando ao campo onde os amantes estavam, encontrou-o deserto. Percebendo que tinha sido lograda, resolveu castigá-la.

Versão de Ovidio

Segundo Ovídio, Zeus havia usado do dom da fala de Eco para distrair a esposa, a fim de continuar seu adultério.
Hera logo descobriu o ardil e condenou-a a para sempre repetir
apenas as últimas palavras das frases que os outros diziam (ecolalia).
A ninfa perdia assim seu mais precioso dom, aquilo que mais amava.

Eco e Narciso, por WaterhouseEnquanto vagava em seu sofrimento,
noutra parte havia um homem chamado Narciso.
Era ele tão belo que mulheres e homens ao verem-no logo se apaixonavam.
Mas Narciso, que parecia não ter coração, não correspondia a ninguém.

Certo dia, vagando Eco pelos bosques,
encontrou o belo mancebo por quem, clarou, caiu de amores.
Como não podia falar-lhe, limitou-se a segui-lo, sem ser vista.

O jovem, porém, estando perdido no caminho, perguntou:
"Tem alguém aqui?"

Ao que obteve apenas a resposta: "Aqui, aqui, aqui...".

Narciso intimou a quem respondia para sair do esconderijo.
Eco apareceu-lhe e, como não podia falar,
usou as mãos para em gestos dizer do grande amor que lhe devotava.
Narciso, chateado com a quantidade de pessoas a amarem-no, rejeitou também à bela ninfa.

A pobre Eco, tomada de desgosto, rezou para que Afrodite lhe tirasse a vida.
A deusa, entretanto, tanto gostou daquela voz, que deixou-a viver.

Segundo Ovídio narra, um rapaz apaixonou-se depois por Narciso e,
desprezado, orou aos deuses por vingança, sendo atendido por Nêmesis
 - a deusa que arruina os orgulhosos -
que decidiu fazer com que o belo moço sofresse daquele mesmo desprezo
com que aos outros tratava: f
ê-lo cair de amores por seu próprio reflexo.
Sem poder jamais ser correspondido pela imagem, morre de desgosto,
indo para o País de Hades, a terra dos criminosos,
onde passa a eternidade atormentado pela visão do próprio reflexo nas águas do rio Estige.

Segundo outras fontes,
Eco era uma ninfa que tinha maravilhosos dons de canto e dança,
que desprezava os amores de qualquer homem.
O deus Pan dela se enamora, mas obtém-lhe apenas o desdém.
Tolhido em sua lascívia, Pan se enfurece, ordenando aos seus seguidores que a matem.
Eco foi então estripada, e seus pedaços espalhados por toda a Terra.

A deusa da Terra, Gaia, incorporou os pedaços da ninfa,
com os restos de sua voz, que repetem as últimas palavras que os outros dizem.

Nalgumas variantes dessa versão, Eco e Pan chegaram a ter um filho, chamado Iambe

Calisto

Calisto, na mitologia grega, teria sido uma bela jovem, que deu origem à constelação da Ursa Maior.

Mito: Calisto provocava ciúme em Hera, pois sua beleza cativara seu marido, Zeus.
Hera então castigou-a transformando-a num urso.
Calisto, no entanto, tentava ao máximo lutar contra seu destino mantendo-se o mais ereta possível,
tentando assim conquistar a piedade dos deuses.
Mas a indiferença de Zeus a fazia crer ser este deus cruel, apesar de nada poder dizer,
pois agora só sabia rugir.

Sua vida agora era de medo.
Tinha medo dos caçadores que rodeavam sua antiga casa, pois tinha sido ela também uma caçadora.
Temia as noites que passava sozinha.
Temia as feras, mesmo que agora ela mesma fosse uma.

Um dia, no entanto, em uma de suas caminhadas pelo bosque,
reconheceu seu filho, Arcas, agora um homem, um caçador.
Calisto, mesmo assim, quis abraçá-lo e, ao aproximar-se,
provocou o medo do filho que lhe ergueu a lança e,
quando estava para deferir o golpe, Zeus, compadecido com o trágico acontecimento que estava por vir,
afastou os dois colocando-os no céu.
Calisto transformou-se na Ursa Maior e Arcas em Arctofilax, a Ursa Menor, o guardião da ursa.


Posted at Monday, April 16, 2007 by meialua
Raios de Lua(7)  


Wednesday, April 11, 2007
Ninfas

Olá amigos!
Que tal essa Páscoa?
Espero que muito feliz!! Smile
Continuando na onda da mitologia grega; e depois das musas, hoje deixo um post sobre as ninfas...

Ninfa deriva do grego nimphe, que significa "noiva", "velado", "botão de rosa", dentre muitos outros significados.

As ninfas são espíritos, geralmente alados, habitantes dos lagos e riachos, bosques, florestas, prados e montanhas.

São frequentemente associadas a deuses e deusas maiores, como a caçadora Ártemis, ao aspecto profético de Apolo, ao deus das árvores e da loucura Dionísio, ao rústico Pã e ao aspecto pastoreador de Hermes.

Uma classe especial de ninfas, as Melíades, foram citadas por Homero como as mais ancestrais das ninfas. Enquanto as demais ninfas são normalmente filhas de Zeus, as Melíades descendem de Uranus.

Apesar de serem consideradas divindades menores, espíritos da natureza, as ninfas são divindades às quais todo o mundo Helénico prestava grande devoção e homenagem, e mesmo temor

Encontramos vários tipos ou classes de Ninfas conforme o seu habitat, ou as diferentes esferas naturais a que estão associadas.

Entre as mais populares, classificamos:

Ninfas da terra:
Alseídes - associadas a flores
Auloníades - associadas a pastos
Dríades - associadas a florestas
Hamadríades - associadas a árvores
Leimáquides - associadas a campinas
Oréades - associadas a montanhas
Eco
Napéias - associadas a vales

 

Ninfas da água:
Oceânidas - filhas de Oceanus, qualquer corpo de água, normalmente água salgada.
Nereidas - filhas de Nereu, associadas ao Mar Mediterrâneo, aos mares calmos e às águas litorâneas.
Náiades - associadas à água doce.
Crinaias - associadas a fontes.
Limnátides - associadas a lagos perigosos e pântanos.
Pegéias - associadas a mananciais.

Callimachus no seu Hino a Delos descreve-nos a angústia de uma Ninfa pelo seu carvalho recentemente atingido por um raio.

As Ninfas aparecem muitas vezes como auxiliares de outras divindades, como são exemplo as ninfas de Circe, ou como ajudantes de certos deuses, particularmente Ártemis, ou mesmo de outras Ninfas de maior estatuto como Calipso.

As Ninfas também aparecem bastante em lendas onde o amor é o motivo central, como as histórias de Eco e Calisto, e ainda onde o papel de mulher de um herói é de certa maneira tema recorrente, como são exemplos a lenda de Aegina e Aeacus ou a da Ninfa Taygete.

A História de Eco e Calisto deixarei para o próximo post. Está prometido!
A todos beijos cheios de Magia e Harmonia!!**


Posted at Wednesday, April 11, 2007 by meialua
Raios de Lua(6)  


Sunday, April 01, 2007
As Musas

Olá a todos! Continuando com uma das minhas paixões, a Mitologia Grega e quem me conhece sabe bem porquê ultimamente mais ainda...; (...) Wink
Hoje deixo aqui um post sobre as Musas...

Após a vitória dos deuses do Olimpo sobre os seis filhos de Urano, conhecidos como titãs,

foi solicitado a Zeus que se criassem divindades capazes de cantar a vitória e perpetuar a glória dos Olímpicos.

Zeus então partilhou o leito com Mnemósine, a deusa da memória, durante nove noites consecutivas e, um ano depois, Mnemósine deu à luz nove filhas em um lugar próximo ao monte Olimpo.

Criou-as ali o caçador Croto, que depois da morte foi transportado, pelo céu, até a constelação de Sagitário.

As musas cantavam o presente, o passado e o futuro, acompanhados pela lira de Apolo, para deleite das divindades do panteão.

Eram, originalmente, ninfas dos rios e lagos.

Seu culto era originário da Trácia ou em Pieria, região a leste do Olimpo, de cujas encostas escarpadas desciam vários córregos produzindo sons que sugeriam uma música natural, levando a crer que a montanha era habitada por deusas amantes da música.

Nos primórdios, eram apenas deusas da música, formando um mavioso coro feminino. Posteriormente, suas funções e atributos se diversificaram.

Clio (a quem confere fama) era a musa da História, sendo símbolos seus o clarim heróico e a clepsidra.

Costumava ser representada sob o aspecto de uma jovem coroada de louros, tendo na mão direita uma trombeta e na esquerda um livro intitulado "Tucídide".

Aos seus atributos acrescentam-se ainda o globo terrestre sobre o qual ela descansa, e o tempo que se vê ao seu lado, para mostrar que a história alcança todos os lugares e todas as épocas.

Euterpe (a que dá júbilo) era a musa da poesia lírica e tinha por símbolo a flauta, sua invenção.

Ela é uma jovem, que aparece coroada de flores, tocando o instrumento de sua invenção.

Ao seu lado estão papéis de música, oboés e outros instrumentos.

Por estes atributos, os gregos quiseram exprimir o quanto as letras encantam àqueles que as cultivam.

Tália (a festiva) era a musa da comédia que vestia uma máscara cômica e portava ramos de hera.

É mostrada por vezes portando também um cajado de pastor,

coroada de hera, calçada de borzeguins e com uma máscara na mão.

Muitas de suas estátuas têm um clarim ou porta-voz, instrumentos que serviam para sustentar a voz dos autores na comédia antiga.

Melpômene (a cantora) era a musa da tragédia; usava máscara trágica e folhas de videira.

Empunhava a maça de Hércules e era oposto de Tália.

O seu aspecto é grave e sério, sempre está ricamente vestida e calçada com coturnos.

Terpsícore (a que adora dançar) era a musa da dança.

Também regia o canto coral e portava a cítara ou lira.

Apresenta-se coroada de grinaldas, tocando uma lira, ao som da qual dirige a cadência dos seus passos.

Alguns autores fazem-na mãe das Sereias.

Érato (a que desperta desejo) era a musa do verso erótico. É uma jovem ninfa coroada de mirto e rosas. Com a mão direita segura uma lira e com a esquerda um arco.

Ao seu lado está um pequeno Amor que beija-lhe os pés.

Polímnia (a de muitos hinos) era a musa dos hinos sagrados
e da narração de histórias.
Costuma ser apresentada em atitude pensativa, com um véu, vestida de branco, em uma atitude de meditação, com o dedo na boca.

Urânia (celeste) era a musa da astronomia, tendo por símbolos um globo celeste e um compasso.

Representam-na com um vestido azul-celeste, coroada de estrelas e com ambas as mãos segurando um globo que ela parece medir, ou então tendo ao seu lado uma esfera pousada uma tripeça e muitos instrumentos de matemática.

Urânia era a entidade a que os astrônomos/astrólogos pediam inspiração.

Calíope (bela voz), a primeira entre as irmãs, era a musa da eloqüência.

Seus símbolos eram a tabuleta e o buril.

É representada sob a aparência de uma jovem de ar majestoso, a fronte cingida de uma coroa de ouro.

Está ornada de grinaldas, com uma mão empunha uma trombeta e com a outra, um poema épico.

Foi amada por Apolo, com quem teve dois filhos: Himeneu e Iálemo.

E também por Eagro, que desposou e de quem teve Orfeu, o célebre cantor da Trácia.

Na Grécia, as musas eram filhas de Mnemosine e Zeus.

Musa Significado Arte Representação
Calíope A de bela voz Poesia Épica Tabuleta ou pergaminho e uma pena para escrita
Clio A Proclamadora História Pergaminho parcialmente aberto
Erato Amável Poesia Lírica Pequena Lira
Euterpe A doadora de prazeres Música Flauta
Melpômene A poetisa Tragédia Uma máscara trágica, uma grinalda e uma clava
Polímnia A de muitos hinos Música Cerimonial (sacra) Figura velada
Tália A que faz brotar flores Comédia Máscara cômica e coroa de hera ou um bastão
Terpsícore A rodopiante Dança Lira e plectro
Urânia A celestial Astronomia Globo celestial e compasso

 

Espero que tenham gostado. A todos uma boa Páscoa.
Beijos Mágicos e façam o favor de ser Felizes!! Big Smile*****


Posted at Sunday, April 01, 2007 by meialua
Raios de Lua(4)  


Monday, March 26, 2007
Apolo e o Oráculo de Delfos

Olá amigos, espero que esteja tudo ok com voces.
Hoje venho deixar aqui um pouco duma mitologia que muito me seduz, espero que gostem ;)
Boa semana e Beijokas Mágicas**

Nascimento de Apolo e Diana

Apolo e Diana são filhos de Júpiter e de Latona,
personificação da Noite, divindade poderosa cuja união com Júpiter
produziu o Universo.
Segundo a tradição, Latona vê-se, em seguida,
relegada ao segundo lugar e quase não aparece na mitologia
a não ser como vítima de Juno.
A Terra, por instigação de Juno,
quis impedi-la de achar lugar onde pudesse dar à luz os filhos
que trazia no seio.
Entretanto, Netuno, vendo que a infeliz deusa
não encontrava abrigo onde quer que fosse,
comoveu-se e fez sair do mar a ilha de Delos.
Sendo essa ilha, a princípio, flutuante, não pertencia à Terra,
que assim não pôde nela exercer a sua funesta ação.

Delos, diz o hino homérico, rejubilou-se com o nascimento do deus que atira
os seus dardos para longe.
Durante nove dias e nove noites,
foi Latona dilacerada pelas cruéis dores do parto.
Todas as deusas, as mais ilustres, reúnem-se-lhe em torno.
Dionéia, Réa, Têmis que persegue os culpados,
a gemedora Anfitrite, todas,
excePto Juno dos braços de alabastro,
que ficou no palácio do formidando Júpiter.
Entretanto, somente Ilitia, deusa dos partos, é que ignorava a nova;
achava-se sentada no topo do Olimpo, numa nuvem de ouro,
retida pelos conselhos de Juno, que sofria um ciúme furioso,
porque Latona dos cabelos formosos iria certamente
dar à luz um filho poderoso e perfeito.

Então, a fim de levarem Ilitia, as demais deusas enviaram de Delos
a ligeira Íris, prometendo-lhe um colar de fios de ouro,
com nove cúbitos de comprimento.
Recomendam-lhe sobretudo que a advirta,
à revelia de Juno, de medo que esta a detenha com as suas palavras.
Íris, rápida como os ventos, mal recebe a ordem,
parte e cruza o espaço num instante.

Chegada à mansão dos deuses no topo do Olimpo,
Íris persuadiu Ilitia, e ambas voam como tímidas pombas.
Quando a deusa que preside aos partos chegou a Delos,
Latona experimentava as mais vivas dores.
Prestes a dar à luz, abraçava uma palmeira e
os joelhos apertavam a relva mole.
Em breve nasce o deus;
todas as deusas dão um grito religioso.
Imediatamente, divino Febo, elas te lavam castamente,
purificam-te em límpida água e te envolvem num véu branco,
tecido delicado, que elas cingem com um cinto de ouro.
Latona não aleitou Apolo de gládio resplendente.
Têmis, com as suas imortais mãos, oferece-lhe o néctar e a divina ambrósia.
Latona alegrou-se enormemente
por ter gerado o valoroso filho que empunha um temível arco.
Apolo e Diana nasceram, pois, em Delos,
e é por isso que Apolo se chama, freqüentemente, o deus de Delos.

Latona e a Serpente Pitão

Entretanto Juno, não conseguindo perdoar à rival
ter sido amada por Júpiter,
instigou contra ela um monstruoso dragão, filho da Terra,
chamado Delfíneo ou Pitão,
que fora incumbido da guarda dos oráculos da Terra,
perto da fonte de Castalia.
Obedecendo às sugestões de Juno,
Pitão perseguia sem cessar a infeliz deusa,
que escapava da sua presença apertando entre os braços os filhos.
Num vaso antigo, vemo-lo sob a forma de uma longa serpente
que ergue a cabeça, desenrolando o corpo, e persegue Latona.
A deusa teme, enquanto os filhos, que não percebem o perigo,
estendem os bracinhos para o monstro.

Os Camponeses Carianos

Quando Latona, perseguida pela implacável Juno,
fugia com os dois filhos ao colo, chegou à Caria.
Num dia de intenso calor, deteve-se aniquilada
pela sede e pelo cansaço às margens de um tanque
 do qual não ousava aproximar-se.
Mas alguns camponeses ocupados em arrancar caniços
impediram-na de beber, expulsando-a brutalmente.
A infeliz Latona rogou-lhes, em nome dos filhinhos,
que lhe permitissem sorver umas gotas de água,
mas eles a ameaçaram se não afastasse quanto antes,
e turvaram as águas com os pés e as mãos,
a fim de que a lama revolvida aparecesse à tona.
A cólera de que Latona se sentiu possuída fez
com que se esquecesse da sede, e lembrando-se de que era deusa:
"Pois bem, disse-lhes, erguendo as mãos ao céu,
ficareis para sempre neste tanque".
O efeito seguiu de perto a ameaça,
e aqueles desalmados se viram transformados em rãs.
Desde então, não cessam de coaxar com voz rouca
e de chafurdar na lama.
Alguns lobos, mais humanos que os camponeses,
conduziram-na às margens do Xanto, e Latona
pôde fazer as suas abluções nesse rio, que foi consagrado a Apolo.
Rubens, no museu de Munich e Albane no Louvre
possuem quadros em que vemos Latona
e os filhos na presença dos camponeses de Caria,
que a repelem e se transformam em rãs.
Na fonte de Latona, em Versalhes,
Balthazar Marsy representou a deusa, com os dois meninos,
implorando a vingança do céu contra os insultos dos camponeses.
Cá e lá, rãs, lagartos, tartarugas, camponeses e camponesas
cuja metamorfose se inicia,
lançam contra Latona jatos de água que se cruzam em todos os sentidos.

O Tipo de Apolo

Esplendente é o epíteto que se dá a Apolo,
considerado deus solar. Apolo atira ao longe as suas setas,
porque o sol dardeja ao longe os seus raios. É o deus profeta,
porque o sol ilumina na sua frente e vê, por conseguinte,
o que vai suceder; é o condutor das Musas e o deus da inspiração,
porque o sol preside às harmonias da natureza; é o deus da medicina,
porque o sol cura os doentes com o seu benéfico calor.

Apolo, o Sol, o mais belo dos poderes celestes,
o vencedor das trevas e das forças maléficas,
tem sido representado pela arte sob vários aspectos.
Nos tempos primitivos, um pilar cônico, colocado
nas grandes estradas, bastava para lembrar o poder tutelar do deus.
Quando nele se pendem as armas, é o deus vingador
que premia e castiga; quando nele se pendura uma cítara,
torna-se o deus cujos harmoniosos acordes
devolvem a calma à alma agitada.

O Apolo de Amicleu, reproduzido em medalhas,
pode dar uma idéia do que eram, na época arcaica,
as primeiras imagens do deus, sensivelmente afastadas
do tipo que a arte adotou mais tarde.
Em bronzes de data menos antiga, mas ainda anteriores à grande época.
Apolo está representado com formas mais vigorosas do que elegantes,
e os anéis achatados da sua cabeleira
o aproximam um pouco das figuras de Mercúrio.

No tipo que tem dominado, Apolo usa cabelos longuíssimos,
separados por uma risca no meio da cabeça e
afastados de cada lado da testa. Às vezes,
eles se prendem atrás, na nuca, mas, outras, flutuam.
Vários bustos e moedas nos mostram tais diferentes aspectos.

Apolo é sempre representado jovem e emberbe,
porque o sol não envelhece.
Algumas das suas estátuas o mostram até
com os caracteres da adolescência, por exemplo
o Apollino de Florença. No Apolo Sauróctone,
o jovem deus está acompanhado de um lagarto,
que ele sem dúvida acaba de excitar com a flecha
para o arrancar ao torpor e obrigá-lo a caminhar.
Apolo, sem caráter, é considerado o sol nascente,
ou o sol da primavera, porque a presença do lagarto
coincide com os seus primeiros raios.

O grifo é um animal fantástico,
que vemos freqüentemente perto da imagem do deus
ou atrelado ao seu carro.
Tem a cabeça e as asas de águia, com corpo, patas e cauda de leão.
Os grifos têm por missão guardar os tesouros
que as entranhas da terra ocultam,
e é para obter o ouro de que são detentores,
que os Arimaspes lutam constantemente contra eles.
Os combates constituem o tema de grandíssimo
número de representações, principalmente em terracotas ou em vasos.
Os Arimaspes são guerreiros fabulosos,
que usam vestes análogas às das amazonas.

Delfos, Centro do Mundo

O sol vê antes dos homens porque produz a luz com os seus raios;
é por isso que prevê o futuro e pode revelá-lo aos homens.
Esse caráter profético é um dos atributos essenciais de Apolo;
dá os seus oráculos no templo de Delfos, situado no centro do mundo.
Ninguém duvida de tal fato, porque tendo Júpiter soltado duas pombas
nas duas extremidades da terra, elas voltaram
a encontrar-se justamente no ponto em que está o altar de Apolo.
Assim, em vários vasos, vemos Apolo sentado no omphalos
(o umbigo da terra), de onde dá os oráculos.

Delfos chama-se também às vezes Pito, do nome da serpente Pitão,
que ali foi morta por Apolo.

Apolo, provido de temíveis setas, quis experimentá-las
ferindo o perseguidor da sua mãe.
Mal o monstro se sente atingido,
é presa das mais vivas dores e, respirando com esforço,
rola sobre a areia, assobia espantosamente,
torce-se em todas as direções, atira-se ao meio da floresta
e morre exalando o hálito empestado.

Apolo contentíssimo com o triunfo, exclama:
"Que o teu corpo seco apodreça nesta terra fértil;
não serás mais o flagelo dos mortais
que se nutrem dos frutos da terra fecunda,
e eles virão imolar-me aqui magníficas hecatombes;
nem Tifeu, nem a odiosa Quimera poderão arrancar-te à morte;
a terra e o sol no seu curso celeste farão
apodrecer aqui o teu cadáver."
(Hino homérico).

Aquecidos pelos raios do sol, o monstro começa a apodrecer.
Foi assim que aquela região tomou o nome de Pito:
os habitantes deram ao deus o nome de Pítio,
porque em tais lugares o sol, os seus raios devoradores,
decompôs o terrível monstro.

Segundo as narrações dos poetas,
o fato deve ter-se verificado quando Apolo era ainda adolescente,
mas o crescimento dos deuses não está submetido
às mesmas leis que o dos homens,
e quando os escultores representam a vitória de Apolo,
mostram o deus com as feições de um jovem que
já atingiu a plenitude da força.
É o que se nos depara numa das maiores obras-primas
da escultura antiga, o Apolo do Belvedere.
Essa estátua, de mármore de Luni,
foi descoberta no fim do século quinze,
perto de Capo d'Anzo, outrora Antium, e,
adquirida pelo papa Júlio II, então cardeal e
m vésperas de ser eleito para o pontificado,
mandou ele a colocassem nos jardins do Belvedere.

Todas as fórmulas da admiração foram esgotadas
diante do Apolo do Belvedere,
e a estátua, desde que se tornou conhecida,
não deixou de provocar o entusiasmo dos artistas.

A Disputa do Tripé

Apolo, após matar a serpente Pitão,
envolveu o tripé com a pele do monstro que, antes dele,
possuía o oráculo.
Uma medalha de Crotona nos mostra o tripé entre Apolo e a serpente:
o deus dispara a seta contra o inimigo.
Foi por ocasião dessa vitória que Apolo institui os jogos pítios.

Uma vivíssima disputa,
freqüentemente representada nos baixos-relevos da época arcaica,
verificou-se entre Apolo e Hércules em torno do famoso tripé.
Hércules consulta Pítia em circunstância
na qual esta se recusara a responder.
O herói, enfurecido, apoderou-se do tripé,
que Apolo resolveu imediatamente reconquistar.
Foi tão viva a luta entre os dois combatentes que
Júpiter se viu obrigado a intervir mediante o raio.

O tripé de Apolo foi freqüentemente representado na arte antiga,
e restam-nos monumentos em que vemos
até que ponto se unia o bom gosto à riqueza na escultura
ornamental dos antigos.

O Oráculo de Delfos

O oráculo de Apolo, em Delfos, era o mais famoso da Grécia.
Foi o acaso que levou ao descobrimento do lugar em
que deveria erguer-se o santuário.
Umas cabras errantes nos rochedos do Parnaso,
aproximando-se de um buraco do qual saíam exalações malignas,
foram tomadas de convulsões.
Acorrendo à notícia daquele prodígio,
os habitantes da vizinhança
quiseram respirar as mesmas exalações
e experimentar os mesmos efeitos,
uma espécie de loucura misto de contorções e brados,
e seguida de dom de profecia.
Tendo-se alguns frenéticos atirado ao abismo de
onde proviam os vapores proféticos,
colocou-se sobre o buraco uma máquina chamada tripé,
por três pés sobre os quais pousava,
e escolheu-se uma mulher para a ele subir e poder,
sem risco, receber a embriagadora exalação.

Na origem, a resposta do deus,
tal qual a davam os sacerdotes, era sempre formulada em versos;
mas tendo tido um filósofo a idéia de perguntar
porque o deus da poesia se exprimia em maus versos,
a ironia foi repetida por todos,
e o deus passou a falar somente em prosa, o que lhe aumentou o prestígio.

A crença de que o futuro pudesse ser predito
de maneira certa pelos oráculos,
desenvolveu singularmente na antigüidade a idéia da fatalidade,
que em nenhuma parte transparece
tão nitidamente como na lenda de Édipo;
os seus esforços não conseguem livrá-lo à sentença
que lhe foi anunciada pelo oráculo,
e tudo quanto ele faz para evitar o destino
só lhe acelera os inclementes decretos.
 

Os gregos acreditavam que o famoso oráculo de Delfos era capaz de lhes dizer coisas sobre seu destino. Em Delfos, o deus do oráculo era Apolo.

Ele falava através de sua sacerdotisa, Pítia, que ficava sentada num banquinho colocado sobre uma fenda na terra.

Dessa fenda subiam vapores inebriantes, que colocavam Pítia numa espécie de transe. E isto era necessário para que ela se tornasse o meio pelo qual Apolo falava.

Quem vinha a Delfos fazia suas perguntas, primeiramente, para os sacerdotes locais, que depois iam consultar Pítia. A sacerdotisa do oráculo lhes dava uma resposta, que era tão incompreensível ou tão ambígua que os sacerdotes tinham que "interpretá-la" para os consulentes.

Dessa forma, os gregos podiam se valer da sabedoria de Apolo, que, para eles, era o deus que sabia de tudo, tanto do passado quanto do futuro.

Muitos chefes de Estado não ousavam entrar numa guerra ou tomar decisões importantes sem antes consultar o oráculo de Delfos.

Dessa forma, os sacerdotes de Apolo eram quase como diplomatas ou conselheiros, que possuíam um profundo conhecimento do povo e do país.

No templo de Delfos havia uma famosa inscrição: CONHECE-TE A TI MESMO!

E ela ficava ali para lembrar aos homens que eles não passavam de meros mortais e que nenhum homem pode fugir de seu destino.

Entre os gregos contavam-se muitas histórias de pessoas que tinham sido apanhadas por seus destinos. Ao longo do tempo, uma série de peças – as tragédias – foi escrita sobre essas "trágicas" personalidades. O exemplo mais conhecido é a história do rei Édipo, que, na tentativa de fugir de seu destino, acaba correndo ao seu encontro."

O Mundo de Sofia De Jostein Gaarder

A história do Rei Édipo ficará então para uma próxima altura...Wink


Posted at Monday, March 26, 2007 by meialua
Raios de Lua(5)  


Thursday, March 22, 2007
Desafio Aceite

Olá amiguitos, sem muito tempo ainda já aqui estou de novo, rsss
Apenas porque não podia deixar de aceitar o Desafio que a
Fátima  e a Ana me lançaram.
Sendo assim, aqui vai:

Tongue

7 Coisas Que Faço Bem...

Rir, rir, rir muito... (e faz tão bem á saúde...)

Ouvir, Escutar... (tenho uma paciência incrivel quando alguém precisa falar, falar, falar...)

Tranquilizar (acalmar os outros é comigo, já para me acalmarem, cof cof, mesmo assim estou muito melhor)

Ver o lado positivo (porque existe sempre e aprendi isso um dia)

Sonhar (porque é o sonho que nos comanda tantas vezes...)

Viver (porque é lindo, porque lhe dou um valor incalculável, porque um dia vi a vida por um fio e quem acompanha os meus blogs desde sempre, sabe do acidente de viaçao que sofri e do que falo...)

Blogar (porque sim, porque adoro e tal qual como acima, quem me acompanha sabe; já lá vão anos, muitos anos...)

 

7 Coisas Que Não Faço Bem...

Passar a ferro (Epá acaba sempre por ficar um vinco aqui e ali..., rsss)

Pintar-me (Devo ser das poucas mulheres alérgica a maquilhagens e coisas que tal, não tenho jeito nenhum pá coisa, lol muito melhor a beleza natural, hehe)

Controlar a impulsividade (impulsividade é comigo, ás vezes não penso, já vem de mim, Plim e pronto.)

Acordar de Bom Humor (preciso de meia hora pelo menos sem falarem comigo senão quiseres levar uma resposta menos boa; para assimilar ideias, de qualquer modo estou melhor. Agradeço ao meu amor por me acordar tantas vezes a rir a gargalhada, nunca vi ninguem acordar com tanto humor...)

Disfarçar (jeitinho nenhum nenhum, "desmancho-me" sempre a rir ...)

Cozinhar ( Mais uma vez obrigada ao meu amor, por cozinhar melhor que eu. LOL. Sempre me vou esmerando embroa ache que não tenha muito jeito para a coisa, a não ser para os doces, rsss)


7 Coisas Interessantes No Sexo Oposto...

Sentido de Humor (porque é bom ter alguém que nos saiba fazer rir, e sorrir)
Sinceridade (sempre)
Sensibilidade ( porque os homens também teem coraçao)
Os olhos (porque são o espelho da alma)
Os dentes (porque sim)
As mãos (também porque sim, claro)
Cumplicidade (porque deve sempre existir)

 

7 Coisas Que Digo Frequentemente...

Yap (sentido afirmativo da coisa)
Tás, tás (quando alguém está simplesmente a "variar")
Xuak (sentido igual a beijo, xuaks para todos voces)
Weeeee (Grito de alegria)
Alegria, alegria!! (Grito de alegria II, LOL)
Temos pena! (quando nao estou para me aborrecer)
Ama a ti! (ao meu amor imensas xs e a algumas grandes amigas)

 

7 Actores / Actrizes Preferidas...

Julia Roberts (a mulher mai linda...)
Brad Pitt (preciso explicar?)
Richard Geare (porque é como o vinho do Porto...)
Keanu Reeves (Porque tem charme)
Jennifer Anniston (Porque gosto do jeito dela)
Sandra Bullock (Porque nem sei, porque sim, lol)
Cameron Diaz (Porque é engraçada)

 


7 Próximos Contemplados (agora eu desafio)...

A minha amiga Luna

A minha "mana" MoonPriestess

A Joana

A Secreta

A Rita

O Eclipse

A Branca


Posted at Thursday, March 22, 2007 by meialua
Raios de Lua(5)  


Monday, March 19, 2007
As Fadas

Olá a todos.
Desculpem a ausência tanto por aqui como pelos vossos blogs, mas tenho andado um tanto ou quanto ocupada e o tempo nem sempre dá para tudo.
Mais tarde irão entender... Wink
Por hoje deixo aqui um poema e o desejo de uma semana recheada de Harmonia. Smile
Beijos Mágicos.*****

As fadas... eu creio nelas!
Umas são moças e belas,
Outras, velhas de pasmar...
Umas vivem nos rochedos,
Outras, pelos arvoredos,
outras, à beira do mar...

Algumas em fonte fria
Escondem-se, enquanto é dia,
Saem só ao escurecer...
Outras, debaixo da terra,
Nas grutas verdes da serra,
É que se vão esconder...

Umas têm mando nos ares;
outras, na terra, nos mares;
E todas trazem na mão
Aquela vara famosa,
A vara maravilhosa,
A varinha de condão.

O que elas querem, num pronto
Fez-se ali! Parece um conto...
Mesmo de fadas... eu sei!
São condões, que dão à gente
Ou dinheiro reluzente
Ou jóias, que nem um rei!

Ou deitam sortes na gente...
O nariz faz-se serpente,
A dar pulos, a crescer...
É-se morcego ou veado...
E anda-se assim encantado,
Enquanto a fada quiser!

Quantas vezes, já deitado,
Mas sem sono, inda acordado,
Me ponho a considerar
Que condão eu pediria,
Se uma fada, um belo dia,
Me quisesse a mim fadar...


Antero de Quental, As Fadas (excerto)


Posted at Monday, March 19, 2007 by meialua
Raios de Lua(60)  


Monday, March 05, 2007
Quinta Da Regaleira

Olá a todos! Que tal o fim de semana? Espero que tão bom quanto o meu.
Para começar, viram o Eclipse? Smile
Foi um espectáculo maravilhástico. Eu claro não o perdi. Wink
 
A sensação do fim de semana foi MESMO um passeio. O PASSEIO.
Aquele que hoje vos venho propor.
Não sem primeiro que tudo agradecer
à minha amiga, Luna, pela dica, e pela sugestão.
Mil vezes obrigada AMIGA!Angel
 
Depois de ela me falar deste sítio e ver as fotos não resisti,
peguei no meu mais que tudo,
nuns amigos mais chegados entre eles um casal que já la tinha ido
e conhecia a história e lá fomos nós,
num domingo meio encoberto que acabou por se tornar
numa tarde Mágica e Fantástica.
 
Quinta Da Regaleira, em Sintra
 
Depois de entrar na Quinta, senti-me em casa;
aquele lugar onde nunca tinha estado antes, mas onde me senti tão bem.
Que me pareceu tão familiar.
 
Percorrer caminhos, descobrir outros, descer poços, entrar em grutas,
túneis e subir torres. Admirar Estátuas e Jardins.
Para mim além de tudo foi também uma prova que superei,
pois para além de vertigens tenho também alguma claustrofobia. Tongue
Mas a Força e Magia que aquele lugar emana... Big Smile
Só mesmo indo lá...
 
Apesar de ter chegado a casa com alguma lama e exausta,
senti-me rejuvenescida.
 
Fiquei também com a sensação que voltarei em breve,
pois quero ver tudo ainda com mais atenção!
E fica-se com a sensação que uma tarde não chega para se ver
tudo como deve ser.
 
Aqueles que me conhecem terão a oportunidade de ver as fotos no meu space,
e algumas no meu HI5,
estarão disponíveis hoje á noite pois só em casa terei acesso a colocá-las lá,
e de momento encontro-me no trabalho, rsss.
 
Agora deixo-vos aqui algumas coisas sobre a Quinta,
para vos aguçar ainda mais o apetite:

Situada em pleno Centro Histórico de Sintra,
classificado Património Mundial pela UNESCO,
a Quinta da Regaleira
é um lugar com espírito próprio.
Edificado nos primórdios do Século XX,
ao sabor do ideário romântico, este fascinante conjunto de construções,
nascendo abruptadamente no meio da floresta luxuriante,
é o resultado da concretização dos sonhos mito-mágicos do seu proprietário,
António Augusto Carvalho Monteiro (1848-1920),
aliados ao talento do arquitecto-cenógrafo italiano Luigi Manini (1848-1936).
A imaginação destas duas personalidades invulgares concebeu, por um lado,
o somatório revivalista das mais variadas correntes artísticas
- com particular destaque para o gótico, o manuelino e a renascença
- e, por outro, a glorificação da história nacional
influenciada pelas tradições míticas e esotéricas.
A Quinta da Regaleira é um lugar para se sentir.
Não basta contar-lhe a memória, a paisagem, os mistérios.
Torna-se necessário conhecê-la,
contemplar a cenografia dos jardins e das edificações,
admirar o Palácio dos Milhões,
verdadeira mansão filosofal de inspiração alquímica,
percorrer o parque exótico,
sentir a espiritualidade cristã na Capela da Santíssima Trindade,
que nos permite descermos à cripta
onde se recorda com emoção o simbolismo e a presença do além.
Há ainda um fabuloso conjunto de torreões
que nos oferecem paisagens deslumbrantes,
recantos estranhos feitos de lenda e saudade,
vivendas apalaçadas de gosto requintado,
terraços dispostos para apreciação do mundo celeste.


A culminar a visita à Quinta da Regaleira,
há que invocar a aventura dos cavaleiros Templários,
ou os ideais dos mestres da maçonaria,
para descer ao monumental poço iniciático
por uma imensa escadaria em espiral.
E, lá no fundo com os pés assentes numa estrela de oito pontas,
é como se estivéssemos imerses no ventre da Terra-Mãe.
Depois, só nos resta atravessar as trevas das grutas labirínticas,
até ganharmos a luz, reflectida em lagos surpreendentes.
Memória histórica

A documentação histórica relativa à Quinta da Regaleira
é escassa para os tempos anteriores à sua compra por Carvalho Monteiro.
Sabe-se todavia que, em 1697, José Leite adquiriu uma vasta propriedade
no termo da vila de Sintra que corresponderia, aproximadamente,
ao terreno que hoje integra a dita Quinta
- a esta data parecem remontar, pois, as origens da quinta em questão.

Francisco Alberto Guimarães de Castro comprou a propriedade
- conhecida como Quinta da Torre ou do Castro
- em 1715, em hasta pública e,
após as licenças necessárias, canalizou a água da serra
a fim de alimentar uma fonte ai existente.

Em 1800, a quinta é cedida a João António Lopes Fernandes
estando logo, em 1830, na posse de Manual Bernardo,
data em que tomou a designação que actualmente possui.
Em 1840, a Quinta da Regaleira foi adquirida pela
filha de uma grande negociante do Porto, Allen,
que mais tarde foi agraciada com o título de Baronesa da Regaleira.
Data provavelmente deste período a construção de uma casa de campo
que é visível em algumas representações iconográficas de finais do século XIX.


A história da Regaleira actual principia, todavia, em 1892,
alio em que os barões da Regaleira
vendem a propriedade ao
Dr. António Augusto Carvalho Monteiro
por 25 contos de réis (Anacleto, 1994: 241).

O célebre "Monteiro dos Milhões"
nasceu no Rio de Janeiro em 1848,
filho de pais portugueses, que cedo o trouxeram para Portugal.
Licenciado em Leis pela Universidade de Coimbra,
Monteiro foi um distinto coleccionador e bibliófilo,
detentor de uma das mais raras camonianas portuguesas,
homem de cultura que decerto influenciou, se não determinou mesmo,
parte bastante razoável do misterioso programa iconográfico do palácio
que construiu para si, nas faldas da serra de Sintra.

Retirado do site: Câmara Municipal de Sintra
 

Maçonaria e a Quinta da Regaleira
Chama-se esotérico a um conhecimento oculto,
seja doutrina ou técnica de expressão simbólica, reservado aos iniciados:

O esoterismo é, pois, o conjunto de práticas e de ensinamentos esotéricos,
no contexto de uma tradição multifacetada
que abrange diferentes épocas, lugares e culturas.
A Alquimia, a Maçonaria e os Templários, por exemplo,
incorporam teorias, rituais e procedimentos herméticos
que se integram no âmbito do esoterismo:.
Na tipologia do misticismo judaico, firmado na procura de Deus
e na experiência da divindade,
o esoterismo baseia-se,
fundamentalmente, na lei das correspondências, que visa encontrar,
através do recurso à analogia,
relações simbólicas entre o divino e o terreno,
entre o transcendente e o imanente,
entre o visível e o invisível, entre o homem e o universo:

A passagem de uma a outra dimensão
opera-se em cerimónias de iniciação,
por meio de encenações e rituais de carácter mágico,
nos quais o neófito recebe o segredo da transmutação,
aceita a filiação no grupo de companheiros
e acede a um nível espiritual superior:.

A Franco-Maçonaria antiga, dita operativa, deriva das confrarias,
das corporações, dos agrupamentos profissionais de
pedreiros livres e dos construtores das catedrais medievais:

À defesa dos interesses profissionais,
juntavam os franco-mações preocupações
de carácter filantrópico, moral e religioso:

Os grupos maçónicos,
organizados em sociedades secretas e reunindo em lojas,
foram perdendo o carácter exclusivamente operativo e começaram
a aceitar membros estranhos à profissão
mas que perfilhavam os mesmos ideais iniciáticos:.
O declínio das confrarias origina, por filiação directa,
o aparecimento em 1717,
em Inglaterra, da Maçonaria moderna, dita especulativa,
uma vez que já não existe ligação à prática do oficio de construção,
tendo utensílios como o esquadro e o compasso adquirido
um valor eminentemente simbólico:

 

A Maçonaria provocou, praticamente desde o início, a oposição da Igreja Católica,
embora muitos dos ensinamentos maçónicos,
de inspiração cristã, preconizem a crença nas virtudes da caridade,
 na imortalidade da alma e na existência de um princípio espiritual superior
denominado Grande Arquitecto do Universo:

Grande parte da simbologia maçónica, sobretudo a dos altos graus,
inspira-se em correntes esotéricas tais como a alquimia,
o templarismo e o rosacrucianismo,
inscritas em diversos locais da Regaleira:.

Apesar da diversidade de percursos que a Quinta da Regaleira oferece,
todos os caminhos podem conduzir a um aglomerado de pedras erguidas,
com a aparência de um menir, num dos locais mais belos da mata:

E eis que uma curiosa porta de pedra roda impulsionada
por um mecanismo oculto e nos faculta a entrada para outro mundo:

É o monumental poço iniciático,
espécie de torre invertida que mergulha nas profundezas da terra:

A terra é o útero materno de onde provem a vida,
 mas também a sepultura para onde voltará:

Muitos ritos de iniciação aludem a aspectos do nascimento e morte ligados à terra:

De quinze em quinze degraus se descem os nove patamares
desta imensa galeria em espiral,
sustentada por inúmeras colunas de apurado trabalho,
 que vão marcando o ritmo e o aprumo das escadarias:

Os nove patamares circulares do poço,
por onde se desce ao abismo da terra ou se sobe em direcção ao céu,
consoante a natureza do percurso iniciático escolhido,
lembram os nove círculos do Inferno,
as nove secções do Purgatório e os nove céus do Paraíso,
que o génio de Dante consagrou na Divina Comédia:.

Os capitéis dos colunelos enrolam longas folhas de acanto:

E lá no fundo, a carga dramática acentua-se:

Gravada em embutidos de mármore, sobressai uma cruz templária,
aliada a uma estrela de oito pontas,
afinal o emblema heráldico de Carvalho Monteiro:

As galerias conduzem-nos, em autênticos labirintos,
pelo mundo subterrâneo, aqui e além porventura povoado de morcegos:

De construção artificial, na sua maioria, estas galerias aproveitam,
no entanto, as características geológicas da mancha granítica da Serra de Sintra:

No interior, a abóbada divide-se entre os maciços de rocha mãe,
de um granito granular médio, geralmente de cor rosada ou parda,
e zonas preenchidas com pedra importada da orla marítima da região de Peniche:

É esta pedra, desgastada pelo mar e pelo tempo,
que vai contribuir, sobremaneira, para a sugestão de um mundo submerso:

Ao chegarmos ao exterior, esperam-nos a luz e os cenários
minuciosamente construídos:

São animais fantásticos, artifícios de água em cascata,
passagens de pedra que parecem flutuar à superfície dos lagos,
ou nuvens silenciosas de vapor que dissimulam as entradas para este universo singular:

A simbólica alquímica parece estar presente em vários locais da Regaleira:

Desde logo, na Capela, na pintura da Coroação de Maria por Cristo,
na qual a Virgem ostenta, para além das três cores da Obra alquímica
- o azul ou negro, o branco, o vermelho ou rubro -
uma faixa dourada que poderá simbolizar o Ouro Alquímico:

Também num alto relevo existente nas traseiras da Capela,
encontra-se representado um castelo com duas torres,
separado por uma zona de labaredas, e uma goela infernal:

Trata-se de uma figuração da tri-unidade do mundo e do homem:
o mundo superior ou espiritual, o mundo intermédio da alma e o mundo inferior
 ("ad infero" ou do inferno) material:

A torre rubra é o Atanor, ou forno alquímico:

Nas cocheiras, sinais de Alquimia voltam a estar presentes,
em duas esculturas que formam símbolos clássicos da Arte de Hermes:
a serpente que morde a cauda, simbolizando a Unidade,
origem e fim da Obra, e a luta entre as duas naturezas,
aqui representada por dois dragões, cada um mordendo a cauda do outro.

Igualmente susceptível de uma leitura alquímica é a gruta ogival,
onde Leda, segurando uma pomba na mão,
aparece numa escultura à beira de um pequeno lago, enquanto Zeus,
disfarçado de cisne, a fecunda bicando-a na perna:

Trata-se de uma alegoria pagã ao mito, ou mistério, da Imaculada Conceição,
ou concepção, que decorre num lugar escuro e húmido:

A alquimia tem por objectivo a transmutação
real ou simbólica dos metais em ouro e por fim último a salvação da alma:

As operações alquímicas são realizadas num Atanor,
ou seja, num forno alquímico de combustão lenta,
com um cadinho e um balão nos quais se pretende
espiritualizar a matéria e materializar o espírito:

Este propósito essencial da Alquimia operativa, executada em laboratório,
é a obtenção da Pedra Filosofal, simbiose entre matéria e espírito,
da qual poderia resultar, segundo os alquimistas,
além da transmutação dos metais em ouro,
a realização de um dos desejos ancestrais da humanidade: o elixir da longa vida,
capaz de proporcionar saúde e eterna juventude:

Neste sentido, há quem considere a procura alquímica como uma metáfora da condição humana:
A Alquimia assumiu, depois do século XVIII, um carácter manifestamente religioso,
dedicando-se sobretudo ao estudo das relações espirituais
e energéticas entre o homem (microcosmo) e o universo (macrocosmo):

A partir de um trabalho erudito de equivalências e analogias,
aceita-se que o universo nos engloba e nos interpela num só movimento existencial
- ele é ao mesmo tempo transcendência (Outro) e nós próprios:.

Parece evidente que a concepção religiosa do mundo q
ue preside à Regaleira assenta no Cristianismo,
 mas num Cristianismo escatológico, que tem a ver com o fim dos tempos:

Quer recorramos à lição da escatologia cósmica, que prenuncia o fim do universo e da humanidade,
quer nos atenhamos à escatologia individual,
que assenta na crença da sobrevivência da alma depois da morte,
é a mesma ideia obsessiva que encontramos:.

É também um Cristianismo gnóstico,
apoiado em discursos míticos e em conhecimentos sagrados que prometem
a salvação dos fiéis e o retorno dos espíritos:

É, enfim, um Cristianismo imbuído de ideais neo-templários,
associados ao Culto do Espírito Santo, que encontramos na tradição mítica portuguesa:.

Os templários foram monges-soldados,
cuja ordem militar, fundada no período das Cruzadas em 1119,
visava proteger os lugares santos da Palestina contra o perigo dos infiéis:

Os votos de pobreza e castidade não impediram os Cavaleiros da Milícia do Templo
de enriquecer e de desempenhar um importante papel económico e político,
tanto no Oriente como na Europa, a ponto de criarem poderosos inimigos,
como o rei Filipe IV de França e o Papa Clemente V,
que levaram à perseguição e à extinção da ordem em 1314, sob acusações,
porventura falsas, de blasfémia e imoralidade:

Em 1317, D. Dinis de Portugal afectou os bens dos templários à Ordem de Cristo,
que muitos aceitaram como sua sucessora:

Desaparecidos os templários não desapareceu o templarismo,
cujo espírito, resumido na defesa dos lugares sagrados e na luta contra o mal,
renasceu em várias correntes e organizações iniciáticas
como sendo a afirmação simbólica da sobrevivência da Ordem do Templo:

A cruz templária no fundo do poço iniciático,
a cruz da Ordem de Cristo no pavimento da Capela,
bem como todas as outras cruzes dispostas na Capela,
testemunham a influência do templarismo no ideário sincrético de Carvalho Monteiro:

Há ainda, na Regaleira, referências rosacrucianas,
em alusão à corrente esotérica iniciada no séc. XVII, de tendência cristã,
utilizando os símbolos conjuntos da rosa e da cruz:

O movimento Rosa-Cruz propunha reformas sociais e religiosas,
exaltava a humildade, a justiça, a verdade e a castidade,
apelando à cura de todas as doenças do corpo e da alma:

Tornou-se grau maçónico de várias Ordens e, ainda hoje,
existem escolas esotéricas e sociedades secretas
que pretendem assumir-se como reaparições do mito Rosa-Cruz:.


Fotos: Luis Figueiredo © 2004

Textos: website da Quinta da Regaleira (desactivado de momento)

Retirei do Site: Portal Maçónico

Para finalizar aqui fica mais um cheirinho do que poderão ver por lá,

mas há mais muito mais.... Big Smile

PATAMAR DOS DEUSES


Aqui encontramos doze figuras da mitologia greco-romana
que devem ser interpretadas como as doze Hierarquias Criadoras, r
epresentadas nos signos do zodíaco.

Encontramos, também, a estátua de um leão,
representação do sol que equivale na Alquimia ao Ouro.

Aqui, devemos vê-lo com o ESPÍRITO UNIVERSAL
ou MAHA-PARANIRVÂNICO
que é auxiliado pela Santíssima Trindade dos LEÕES DE FOGO
(assim intitulados pela Teurgia)
estes fazem a mediação entre
o "Espaço com limites" e o "Espaço sem limites",
de acordo com o ODISSONAI.

 

CAPELA DA SANTÍSSIMA TRINDADE

Entrando na capela, a nossa atenção prende-se na imagem do Delta Radiante
(também chamado de Delta Teúrgico),
com o olho de Deus sobreposto à cruz templária
(emblema maçónico do Grande Arquitecto do Universo).

No centro da capela,
encontra-se uma imagem da Coroação da Virgem por Cristo ressuscitado,
com bastante interesse simbólico
tendo em conta que as vestes de Maria t
êm as três cores da Obra Alquímica:
azul, branco e vermelho, com uma faixa dourada à cintura
simbolizando o Ouro Alquímico.

Existem, na capela, várias cruzes:
paleo-cristãs, de Cristo e templárias.
A sua disposição permite a sobreposição que tem como resultado
a cruz de oito pontas, símbolo da cavalaria escocesa de origem templária.
No chão, são de realçar as muitas estrelas de cinco pontas
(pentagramas Ü símbolo do Homem e do microcosmos).
Passando à cripta, salta-nos à vista o ladrilhado preto e branco do chão,
cores do estandarte templário.

 

GRUTA DE LEDA

De forma ogival, esta gruta tem no seu interior uma escultura
simbolicamente enigmática,
a figura de uma dama segurando uma pomba e acompanhada de um cisne
(que parece estar a mordê-la).
O cisne aparece como representação da Ave Solar
a qual acompanhava o deus Apolo nas suas viagens hiperbóreas.
De acordo com uma Tradição Iniciática,
o cisne e o seu canto têm o poder de transmitir ao iniciado
o conhecimento da "língua dos pássaros",
através da qual se tem acesso à Sabedoria e à Imortalidade.
A imagem da pomba (representação do espírito) na mão da dama
transmite-nos a ideia da Imaculada Conceição.
Esta ideia pode ser vista como uma alusão ao nascimento de Cristo,
que aconteceu numa gruta húmida e escura.

 

TORRE DA REGALEIRA

Inicialmente, esta torre deu o nome à quinta que se chamava Quinta da Torre.
Sem provas, diz-se que era na torre que se fazia a selecção à Tradição Iniciática.
O percurso teria o seu fim na capela onde o iniciado era aceite.
A torre assemelha-se a um observatório astronómico,
que não deixa de ser interessante por se contrapor ao mundo subterrâneo
(visto que uma das saídas do Poço Iniciático leva-nos à torre),
segundo o adágio alquímico.

 

POÇO INICIÁTICO

Talvez o mais estranho sítio de toda a quinta,
o Poço Iniciático tem 27 metros de profundidade.
A entrada é feita através de uma porta de pedra
que nos leva a um outro mundo.
A ideia principal parece ser a de morrer e voltar a nascer
num rito de iniciação ligado à terra.
Esta ideia, comum a todas as iniciações,
é, neste caso de inspiração hermética e rosacruciana.
O poço está dividido em nove patamares
o que nos dá a sensação do caminho por onde se desce à terra
e num percurso contrário se sobe ao céu,
isto de acordo com o percurso iniciático escolhido.
Na Divina Comédia de Dante
esta ideia lembra os nove círculos do inferno,
as nove secções do purgatório e os nove céus
que constituem o paraíso.
É importante referir a cruz templária
sobreposta à estrela de oito pontas
(símbolo da Harmonia ou do sal harmoníaco na Alquimia e ,
também da Cavalaria Espiritual na Maçonaria Escocesa)
no fundo do poço.

 

O PALÁCIO DOS MILHÕES

É de uma beleza extraordinária, e de um simbolismo incrível.
Desde a pintura de um dos tectos da mansão
representando os três pilares da Maçonaria Universal
(a Força que suporta os seus trabalhos,
a Sabedoria que os ilumina e a Beleza que os coroa),
às pinturas das paredes da sala de jantar
(com azevinhos, planta da Natividade,
entrecortados por Cruzes do Santo Graal),
aos painéis de vinte reis e quatro rainhas,
desde D. Afonso Henriques, Dona Isabel, D. Afonso V
- Rei Alquimista, D. Sebastião
 - numa invocação à lenda de restaurar em
Portugal grandeza de outros tempos,
até terminar em D. José.
Esta sala tem, ainda, dois brasões com traços esotéricos
como o Graal de onde sai a Virgem.

O CULTO PRATICADO NA REGALEIRA

Acredita-se que o culto praticado
na Quinta da Regaleira seria o do SANTO GRAAL.

Os cavaleiros juravam (e juram) proteger o segredo do Santo Graal
a todo o custo
e fazem a ligação iniciática templária
entre o Ocidente e o Oriente.
Na Maçonaria existe algo semelhante apesar
de o seu fundo ser mais social do que espiritual

Retirado do Site Universidade independente

Eu só tenho mesmo algo a dizer. Vão lá! Beijos Mágicos**


Posted at Monday, March 05, 2007 by meialua
Raios de Lua(9)  


Friday, March 02, 2007
Eclipse

Oláaaaa!!! Espero que esteja tudo bem com voces.
Comigo tudo óptimo embora continue um pouco atarefada... Hurmph

Como sabem, e se não sabem eu informo, rsss; amanhã vai haver um Eclipse total da Lua , podem ver mais informações
Aqui.

Beijos Mágicos, bom fim de semana, e tentem não perder o Eclipse. Big Smile

Um eclipse é um fenômeno que ocorre quando o Sol, a Terra e a Lua se alinham. Se esse fenômeno ocorre durante a fase da Lua cheia, quando a Lua passa pela sombra da Terra, ele é denominado eclipse da Lua, ou eclipse lunar. O tipo e a duração do eclipse lunar depende da localização da Lua em relação à sua órbita.

Imagem:Esquema.eclipse.lunar.png

Tipos de eclipses lunares

Inclinação do plano da órbita lunar em relação ao plano da órbita terrestre.
Inclinação do plano da órbita lunar em relação ao plano da órbita terrestre.
Relação da passagem da lua pelos seus nodos e a ocorrência de eclipses lunares e solares.
Relação da passagem da lua pelos seus nodos e a ocorrência de eclipses lunares e solares.

Um eclipse de penumbra ocorre quando a Lua apenas passa através da penumbra da Terra, a porção externa da sombra terreste. A penumbra não provoca um escurecimento perceptível da superfície da Lua.

Um eclipse lunar total ocorre quando a Lua atravessa completamente o interior da umbra da Terra, a parte interna da sombra. A velocidade da Lua através da sombra é cerca de um quilômetro por segundo, e um eclipse total pode durar até 102 minutos (1h e 42min). O período decorrido a partir do momento em que a Lua tem o primeiro contato com a umbra da Terra até o momento em que a abandona totalmente, por outro lado, pode durar várias horas. Se apenas parte da Lua entra na umbra, o eclipse é chamado de eclipse parcial.

A Lua não fica completamente invisível ao ser escurecida pela sombra terreste devido à refração da luz solar produzida pela luz da atmosfera do planeta. A intensidade da luz refratada depende da quantidade de nuvens ou poeira existentes na atmosfera, bloqueando a passagem da luz. Isso causa na Lua uma coloração com tons avermelhados, cuja intensidade varia de um eclipse para outro. A escala seguinte foi criada por Andrè Danjon com o intuito de medir o nível de obscurecimento de um eclipse lunar.

0. Eclipse muito escuro; Lua quase invisível, especialmente em meia tonalidade
1. Eclipse escuro; cinza ou com coloração marrom; detalhes distinguíveis apenas com dificuldade
2. Eclipse vermelho intenso ou com coloração ferrugem, com a parte central da umbra muito escura e com a borda externa umbral relativamente brilhante
3. Eclipse vermelho-tijolo, geralmente com uma borda umbral brilhante ou amarela
4. Eclipse vermelho-cobre muito brilhante ou laranja, com uma borda umbral azulada e muito brilhante

Devido à inclinação de cerca de 5° da órbita da Lua em relação à órbita da Terra ao redor do Sol, os eclipses lunares não ocorrem em toda lua cheia. Para um eclipse ocorrer, a Lua deve estar perto de seu nodo orbital—a interseção dos planos orbitais. Passar pela sombra ou muito próximo do nodo resulta em um eclipse total ou parcial.

Todo ano acontecem pelo menos dois eclipses lunares. Se você conhece a data de um eclipse, pode prever a data da ocorrência de outros eclipses usando os ciclos de eclipses. Diferente dos eclipses solares, que só podem ser observados de uma área relativamente pequena na superfície terrestre, um eclipse lunar pode ser visto de qualquer lugar onde seja noite no momento em que ele acontece. Se você estivesse no lado da Lua voltado para a Terra durante um eclipse lunar, você enxergaria um eclipse solar, com a Terra passando em frente ao Sol.

Fonte: Wikipédia


Posted at Friday, March 02, 2007 by meialua
Raios de Lua(5)  


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